terça-feira, 13 de outubro de 2009

Vá ser burra prà grande puta que a pariu

Eu acabei de ver este vídeo no blogue da S* e nem tive tempo de ler o resto do post, porque tive de vir logo aqui mostrar esta pérola da cultura crioula brasileira.



Por acaso esta... esta coisa com duas pernas e uma esfregona em cima do pescoço, esqueceu coisas importantíssimas para a reportagem, como por exemplo que em "Portugau" e em português legítimo (nada dessa merda que se fala do outro lado daquele rio... como é que se chama "meismo"... ah Rio Atlântico), os pátios dos conventos são os claustros e, provavelmente, se ela fizesse uma reportagem a achincalhar desta maneira a cultura do país que a recebeu, no tempo daquele político que foi ditador por mais de "vinte anos" (praí 48, mais coisa, menos coisa né?), se calhar era recambiada lá pró "sertão", muito antes de ter tempo de arrumar a trouxa.
Entre tantas imbecilidades, fruto da habitual falta de rigor dos crioulos da outra "margem" do Atlântico (basta ver um filme com legendas amarelas e ficamos logo com a impressão de que o nosso sistema de ensino afinal nem é assim tão mau), também ficou por dizer que, nos dias de hoje, é muito provável que o operário responsável pela colocação da placa de "pernas" para o ar, bem como o "técnico" de informática, sejam conterrâneos da "erudita" repórter.
E é esta cambada que se acha no direito de nos impingir um acordo ortográfico a troco de umas toneladas de goiaba.
Cabrão que a fez.

6 comentários:

dinona disse...

É por essas e por outras que eu nem me digno a ver novelas brasileiras (nem portuguesas, mas pronto)!

Essa gente "grande" é só putedo com a mania que é fina... e depois saem-me burras que nem uma porta!

Pronúncia disse...

Nojento... o vídeo e a senhora!

Lia disse...

como já fui comentando noutros blogues: a mulher tá parva... ou tá ou é...se calhar é!

Liliana disse...

Eu sei que devia comentar aqui, mas ainda há bocadinho comentei este assunto no "Café e Nata", de modo que vou apenas copiar para aqui, ok? Cá vai:

"Duas coisas:

1) A mulher não tem o miolo todo, de modo que devemos é ter pena de gente assim, que nem sabe o que diz - claro que ter pena não é o mesmo que "escutar"...

2) As generalizações são, normalmente, muito injustas. Esta brasileira é assim; não quer dizer que os outros também sejam.

3) (Eu sei que eram só duas, mas agora entusiasmei-me.) O mais engraçado é que, embora pelas piores razões, ela está a conseguir um mediatismo fora do comum - será que isso não lhe convém?

4) Insulto não deve ser pago com insulto, mas com desprezo (falo disso no meu último post, caso queiras dar uma vista de olhos... :D)

5) Repara que nem tudo o que ela diz é mentira: somos um povo do "desenrascanço", de modo que até um cantoneiro (e atenção que eles são bem trabalhadores!) faz uns servicinhos de informática se for preciso - a necessidade assim obriga... Além disso, a do n.º 3 é gritante (até eu gozaria com isso) e é mesmo verdade que o Toninho de Santa Comba (Salazar) foi escolhido como o maior nome da História de Portugal...

Concluindo, devemos, claro, estar indignados com esta abécula, até porque o nosso país sempre a recebeu muito bem, mas não devemos deixar que o nosso orgulho ferido nos ponha a dar demasiada importãncia ao assunto..."

Certo?
Beijoca

opinião própria disse...

Coitada, não tem culpa de ter nascido sem miolos...

Olhos Dourados disse...

É estupida, é!
Revela uma grande falta de cultura e de respeito!