quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Um bom 2010 para todos

Como já devem ter imaginado, cá pela capoeira não reina a boa disposição.
Vim só desejar um bom 2010 para todos, em especial para mim (eheheh) e não prometo visitar-vos, já que acho um tremendo insulto ir contaminar a vossa boa disposição típica da quadra, com a minha "acidez gástrica".
Os meus desejos para 2010 resumem-se a um fabuloso Euromilhões (pode ser já esta semana) e uma mansão (olhem a modéstia... lol) no Vale da Morte, com os seus 50º de temperatura e as suas secas seculares.
Para terminar em cheio, envio daqui

um grande



para o velho 2009.

E outro ainda maior para o São Pedro.

Para o resto do pessoal, que todos os vossos desejos para 2010 se concretizem e, se eu for morar para o Vale da Morte, ficam desde já, convidados/as para a inauguração da "mansão".
Se entretanto houver por aí alguma "jeitosa" que queira ficar por lá comigo, faça o favor de avisar com a devida antecedência, para mandar construir um anexo eheheh.
Ou estavam à espera que as convidasse para dormirem no meu poleiro?

Um grande chi-coração para todos/as e até para o ano.

domingo, 27 de dezembro de 2009

Estou, que nem posso!

Eh pá, peço imensa desculpa de não vos ter visitado este fim-de-semana, mas estou mesmo muito atarefado.
Amanhã espero ter algum tempo livre, ok?

Bom resto de Natal.

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Eu sou mesmo um dono "babado"

Adoro esta cadela. Anda num frenesim com as movimentações natalícias em casa e no prédio.
O nosso senhorio mora em Trás-os-Montes e vem passar o Natal à cidade. Como não é hábito haver barulho de portas no andar de baixo, ela tem passado a manhã cheia de curiosidade, aos saltinhos à minha volta, a "chorar" e a olhar para a porta, como que a pedir para irmos fazer uma visita. Já "pediu" para ir à rua, o que normalmente só acontece a seguir ao almoço e prevejo que só vai "sossegar a passarinha" depois de ir cumprimentar os vizinhos. Maus hábitos que lhe ficaram do Verão, quando andávamos em obras e almoçávamos todos na garagem e a senhora lhe enchia a "pá do rabo" com comida de gente (coisa que eu detesto que façam, porque depois ela fica com os intestinos desregulados e passa a vida a pedir rua eheheh).
E porque é que eu adoro este animal, para além do normal, que já é muito?
- Porque é um animal civilizado, sociável e inteligente. Com esta balbúrdia toda no prédio, ainda não soltou um latido, para além de uma rosnadela e um "cof cof" de aviso de que algo não está normal. A dona levou-a à rua (ao WC), com cuidado, não fosse a porta da vizinha estar aberta e ela, obediente como sempre, manteve-se na retaguarda e não fez mais do que umas tentativas de "snifar" as portas.
É uma "pessoa" às direitas, a minha cadelinha.
Ontem foi ao WC enquanto a dona varria as escadas e como estava a chover teve de lhe limpar os pés, antes de entrar no prédio. De seguida apareceu-me em casa com a toalha na boca, com o ar mais feliz do Mundo, por ter feito uma habilidade. Arrumou (largou, vá...) a toalha na caixa da tralha dela e ficou à espera do prémio.
Quem é que consegue resistir a uma coisa destas?
E é tudo.

Aproveito para vos desejar um óptimo Natal, na companhia de quem mais queiram.
Muuuah!

Raisparta a chuva

Eu sei que o inverno começou ontem e que a chuva é fruta da época. Mas com tantos invernos de seca, logo este, que eu tive de fazer obras na aldeia, é que havia de ser de dilúvio?
Enfim, nem tudo é nefasto na chuva. Se, por um lado, tenho os interiores por pintar, porque os betumes não secam, por outro a bela da chuva que me levou a partir para a decisão de fazer obras, pouco a pouco vai revelando a verdadeira origem da água que aparecia em casa e que se não chovesse, dificilmente seria detectada.
A do quarto, pensamos já estar resolvida. Mas… há sempre um "mas" a encravar o sistema e, neste caso o "mas" é que há outra fonte em casa. No espaço que foi em tempos um pequeno pátio, mais tarde transformado em marquise e agora em casa de banho, depois de retirado o pavimento velho, também começou a aparecer água, proveniente dos terrenos encostados e mais altos em cerca de cinquenta centímetros. A solução passa por escavar o quintal do vizinho e isolar a parede com uma tela de borracha especial, coisa não muito difícil de executar, por se tratar de uma parede com menos de três metros. Problema mesmo é o estado ensopado do terreno. Argila ensopada não é fácil de cavar e essa parte da obra vai ficar por acabar. Até porque esta casa de banho (equipada apenas com polibã e lavatório), irá servir apenas o quarto, porque a casa tem outra casa de banho.
E agora a novidade:
a salamandra está montada e prontinha a funcionar.
E no próximo sábado vai ser testada, não vá o tubo ter fugas de fumos para o interior.
Mas eu ando mesmo com um "galo" do caraças e hoje, quando estava no terraço a cortar uma espécie de lenha que me deram (na verdade são tábuas de paletes, mas enquanto arde esta, não arde a de sobro, que vou comprar), contra o que é habitual, começou a chover de Norte (Nordeste, vá...), que é como quem diz: de frente para mim.
Acho que aquilo lá por cima anda uma bandalheira. O S. Pedro passa a vida na rambóia com os anjinhos e já não há quem tome conta do tempo. Chove de todos os lados.
Lá diz o povo, na sua imensa sabedoria:

Quando Deus queria, até de Norte chovia.

Provérbio que eu, com a fúria de não poder cortar o resto da lenha e ter de andar a varrer serradura debaixo de chuva, acabei por adulterar para:

Quando Deus me quer fod#r, até de Norte faz chover!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Boas Favas

Cavaco não comenta casamentos homossexuais e diz que está atento a outros problemas

Questionado sobre como está a acompanhar o processo de aprovação das alterações ao Código Civil que permitem o casamento entre pessoas do mesmo sexo, o chefe de Estado foi peremptório em afirmar que a sua atenção está em outros problemas, nomeadamente no desemprego.

Tão preocupadinho que ele está com o desemprego, com os pobrezinhos, com os coitadinhos, com os excluidozinhos, etc.
Mas quando se trata dos problemas reais que afectam as pessoas concretas, pessoas de carne e osso que, antes de chegarem ao hospital, já pagaram a saúde uma porrada de vezes, com impostos, Taxa Social Única e todas as m#rdas que o poder vai inventando para sacar aos pobres e dar à banca, o alarve de Boliqueime, pura e simplesmente, VETA.

Cavaco VETA diploma que revogava taxas moderadoras

Boas festas senhor presidente. Coma muito bolo-rei, de boca aberta e se não nos der o prazer de ficar com uma p#ta de uma fava, do tamanho de um camião TIR, encravada nas goelas, ao menos que coma qualquer coisa estragada que o faça c#gar de repuxo até aos Reis.

P.S. Desculpe, senhor presidente. Afinal andei a informar-me e parece que o senhor já tinha promulgado um diploma idêntico, enviado pelo seu amigo Sócas. Mas não pense que se safa. Não pense que retiro as pragas que lhe roguei, porque essas ficam por conta do seu passado triste, como primeiro ministro e das mais que prováveis bacoradas do futuro.
Olhe, ainda digo mais: vá para o raio que o parta!